segunda-feira, 11 de julho de 2011

Blogue
O blogue é uma ferramenta online, que permite aos indivíduos partilharem opiniões, informações e adicionarem ao texto algumas hiperligações e imagens acerca do tema. É um espaço privado, isto é pertence a um sujeito que tem direitos sobre a informação publicada, no entanto, rapidamente se torna um espaço público, ou seja, pode ser partilhado para um grupo restrito de pessoas (opção dada por esta ferramenta), ou então ser visível a todos os que façam algum tipo de pesquisa na internet.
Os blogues podem servir como meio de aprendizagem (comunidades online), para fins laborais com o intuito de partilhar informações, ou simplesmente, como um espaço de reflexão pessoal. Para além de partilhar informações em hipertexto, os blogues podem constituir fóruns de discussão online, visto que é permitido a outros usuários fazerem comentários acerca das publicações.
Esta modalidade de escrita, veio permitir a partilha de documentos e informações para grupos de pessoas que se encontrem distantes e facilitar a interacção entre os mesmos. Ultrapassa em muito a escrita tradicional e os entraves colocados á mesma, para além disso, sendo partilhada num espaço Online é certo que todos terão acesso á informação.
Um exemplo de tudo o que acabei de dizer, é exactamente o que faço neste momento – um post no meu blogue. Nesta UC, a criação de um blogue foi uma proposta para que todos os alunos inscritos na mesma, pudessem ter acesso á informação, criando uma comunidade Online.
Para complementar a minha ideia, deixo um vídeo (comunicar em hipertexto)!    

Web 2.0

Web 2.0
A Web 2.0 veio permitir a partilha de imensa informação ( visual, auditiva,etc.), "aproximou pessoas" no que toca a distância real a que estas se encontravam. Veio facilitar a pesquisa de informação em diferentes formatos: blogues, websites específicos de organizações, tutoriais, vídeos, etc.
Este tipo de ferramentas auxiliam os indivíduos em diferentes tarefas do dia-a-dia.  As redes sociais, por exemplo, são um meio rápido para a divulgação de informações e encontro de indivíduos cujo contacto tenha sido perdido. O skype torna-se bastante útil na realização de tarefas e presença em conferências á distância.  A Internet revela-se vantajosa na elaboração de trabalhos, não só pelos diferentes formatos, mas também, porque permitem ao sujeito dar atenção a diferentes aspectos da comunicação. Estudos recentes, revelam que tarefas elaboradas por comunidades Online são feitas de forma eficaz e os seus membros revelam graus de empatia e semelhança percebida superiores a grupos em contacto presencial.
A Web 2.0 é um “espaço” interactivo, “construído por pessoas para pessoas”!  
Vou partilhar dois videos, que achei interessantes acerca da Web 2.0 , e porque falamos de Web 2.0 a informação poderá então ser transmitida de outras formas para além do texto !

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Interacções online

Em primeiro lugar, é importante dar uma noção do conceito de virtual e real, apesar de hoje em dia ser difícil fazer essa distinção. O virtual será algo que “existe em efeito”, “algo que é tão próximo da verdade que para a maioria dos propósitos, pode ser considerado como tal”, no fundo “algo cuja existência só pode ser inferida por uma evidência indirecta”. O real por sua vez, é algo que existe, é “palpável”, possível e objectivo.
Nas interacções online esta distinção muitas vezes não é feita, por um lado, isto deve-se às redes sociais e á forma como é possível interagir com os outros através das mesmas; por outro, o ciberespaço oferece-se um “palco” onde podemos representar personagens, estas são uma espécie de self-ideal, ambicionada pela pessoa que permite a vivência de emoções e de uma realidade fictícia. Estas personagens podem ser vividas aqui, pois o outro não saberá o que somos na realidade se soubermos interpretar esse papel. A comunicação mediada por meios electrónicos, não sendo tão rica como a comunicação face-a-face (algo que nos dias de hoje já poderá ser posto em causa, devido ao desenvolvimento tecnológico), possibilita estas “interpretações de papéis” pois, é mais fácil comunicar e fazer sobressair características positivas de “si próprio” quando esta comunicação não é presencial, pois não estamos preocupados com a comunicação não verbal, ou seja, criar empatia com o outro através de expressões faciais, tom de voz, gestos, postura, etc.   
Estes processos que ocorrem no “online” começam a ser vividos literalmente pelo individuo… Este acredita na personagem que criou, chega a “viver” como essa personagem e a experienciar sensações novas que o agradam e incentivam a continuar. Um exemplo é o caso referido por Sandy Stone. Esta vivência de papéis nem sempre é boa… O indivíduo começa a viver uma realidade que não lhe pertence, acostumando-se á mesma e fazendo com que, os que com ele interagem acreditem e criem laços com uma pessoa “imaginada”.
Outra reflexão importante, neste contexto, prende-se com a questão do público e privado. Ao partilhar informações na internet, estas podem ser vistas por muitas outras pessoas perdendo-se a privacidade e correndo-se riscos de utilização indevida dessa mesma informação. Ao mesmo tempo, criam-se oportunidades e laços através dessa partilha.
O ciberespaço permite o estabelecimento de comunicação com pessoas que se encontrem a milhares de quilómetros de distância, bem como o seu “encontro”. A internet veio quebrar fronteiras reais e encurtar distâncias, ao mesmo tempo que diminui a proximidade física entre os indivíduos. Esta proximidade física pode ser percebida como o grau de presença social, isto é, o grau com que uma pessoa é percepcionada como “real e presente” numa dada comunicação – Teoria da Presença Social (Short et al. 1976).
Todas estas alterações no processo relacional têm vantagens e desvantagens, no entanto cabe a cada um medir o seu peso e optar por aquilo que o satisfaz de melhor forma. A comunicação mediada por computador não pode ser vista apenas de uma forma positiva, há que reflectir sobre as suas consequências. Hoje em dia, já muita coisa é possível neste tipo de comunicação e nunca se sabe até que ponto poderá evoluir!

Vanessa Duarte
Referências bibliográficas:
·         Levy,P. (2001) – O que é o virtual? Lisboa: Quarteto Editora.
·         Souza,R. (Abril, 2001), O que é, realmente, o virtual? Revista da informação e Tecnologia. Disponível em http://www.ccuec.unicamp.br/revista/infotec/artigos/renato.html (acedido em 03-07-2011)
·         Turkle,S. (1997). A vida no Ecrã. A identidade na era da Internet. Lisboa: Relógio d´Água.
·         Sayeg, M. E. M. (Julho, 2001). Interacção no cyberespaço: Real ou Virtual? Revista Tesseract, 5, Disponível em http://tesseract.sites.uol.com.br/cyberspace.htm (acedido em 02-07-2011)
·         Quintas. Mendes, A.; Morgado, L. (2009).Comunicação mediada por computador e educação online: da distância á proximidade. Actas do 7º SENAED, Seminário Nacional ABED de Educação á Distância (23-31 Maio 2009). Disponível em http://distanciaproximidade.wikispaces.com (acedido em 04-07-2001)



sábado, 16 de abril de 2011

Estratégias
Nos dias de hoje, o difícil não é o ter acesso á informação, mas sim conseguir perceber qual a mais fiável. Quando pesquisamos algo na internet temos de ter algum cuidado, pois nem tudo o que encontramos é, de facto o que queremos ou que pretendemos.
É necessário saber utilizar os meios que temos ao nosso dispor e ter alguma atenção relativamente ao modo de pesquisa.
Ao iniciar uma pesquisa, por exemplo no Google, devemos em primeiro lugar perceber quais os conceitos essenciais ao nosso tema e posteriormente definir algumas palavras-chave para colocar no motor de busca; seguidamente podemos optar por um dos termos anteriormente definidos, de maneira a obter de forma mais exacta aquilo que queremos e podemos ainda limitar a nossa pesquisa a determinada data ou autor. Posteriormente, a nossa atenção deve prender-se com os sites a consultar, ou seja, verificar se a linguagem utilizada é correcta, se o tema abordado está explicito, os autores da informação presente, entre outras coisas.
Existem várias estratégias que podemos utilizar para fazer uma pesquisa na Web, de forma a obter bons resultados e não perder demasiado tempo. Para além daquelas que referi anteriormente, podemos optar por consultar sites de organizações. Aqui, a informação existente obedece a determinados critérios, não permitindo que qualquer pessoa possa adicionar ou alterar informação existente, para além disso o conteúdo do site é escrito por pessoas especializadas no assunto.
No caso específico da Wikipédia, apesar de este site nos remeter para uma organização, todas as pessoas o podem editar, aumentando a probabilidade de existirem erros e contradições.
Sejam práticos e usem boas estratégias para facilitar a vossa pesquisa!
Implicações da informação actual, no conhecimento, na aprendizagem e na educação.
No seguimento do tópico anterior, penso que existem muitas vantagens com a informação existente, pois as suas características permitem que muita gente possa aprender e aprofundar conhecimentos sem muitas dificuldades.
Esta “informação tipo” veio alterar alguns conceitos, quer na aprendizagem, quer na educação. Vejamos, a aprendizagem pode ser feita através de tutoriais e vídeo-conferências, o que altera totalmente o conceito de sala de aula e de educação, o ensino é feito á distância física e está a distância de um “cliK”.
A educação serve-se agora de novos instrumentos, que viabilizam a dinâmica e exploração de outros recursos, no entanto altera o conceito de aprendizagem e o controlo que se detinha sobre a mesma.
Existem também alguns “perigos” e desvantagens… A educação fica comprometida pelo não presencial, o não presencial prejudica o desenvolvimento de hábitos e normas, o que de alguma forma prejudica o sujeito, dependendo do mesmo.
As interacções sociais, tão importantes, ficam muitas vezes “escondidas pelo ecrã”, o que no meu ver, é uma enorme desvantagem.
Qualquer tecnologia, tem vantagens e desvantagens, cabe ao utilizador saber fazer uso das mesmas e saber usufruir de forma correcta dessas tecnologias.


 



Características da Informação no séc. XXI



Características da informação no séc. XXI

Podemos obter informação através de várias fontes: televisão, livros, Internet, jornais, revistas, rádios, etc.  Se pensarmos bem, no conceito de informação percebemos que esta faz parte do nosso dia-a-dia, pois quando fazemos uma pergunta a alguém estamos a tentar obter informação, ao ouvirmos música estamos a receber informação, ao ver televisão absorvemos informação, até a conversar com alguém estamos a partilhar informação.
Nos dias de hoje, ter acesso a informação é bastante fácil … A informação caracteriza-se por ser de fácil acesso; por se poder consultar de forma mais rápida e menos dispendiosa, pois é muito mais rápido pesquisar a informação em diversos sites do que ler inúmeros livros, se bem que uma coisa não invalida a outra, para além disso o acesso á Internet já em fornecido em diversos locais, como as bibliotecas, podendo os utilizadores usufruir de um serviço gratuito; caracteriza-se também pelo excesso, existem tantos sites com informação que muitas vezes não sabemos qual a que devemos utilizar como fonte; entre outras.
Existe sem dúvida informação, de boa e má qualidade, umas vezes em excesso e outras vezes em falta, plagiada e original, …
A informação entra em nossas casas e cada vez de forma mais original, nos dias de hoje, não precisamos de sair de casa para fazer uma formação ou participar num congresso, nos dias de hoje, não é necessário sair á rua para fazer compras ou interagir com outros. Nos dias de hoje!